Mostrando postagens com marcador Davi Karnauchovas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Davi Karnauchovas. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Led Zeppelin



Led Zeppelin foi uma banda de Londres, Inglaterra célebre pela sua inovação e influência no rock, além de ter sido a banda mais popular na década de 70. De acordo com o renomado Allmusic, o Led Zeppelin foi a banda de rock n’ roll definitiva. Não apenas por sua interpretação alta e esmagadora do blues — mas também pelo modo como eles incorporam mitologia, misticismo e uma variedade de outros gêneros (world music e folk principalmente britânicos) — em seu som. Eles acabaram por estabelecer o formato dominante para o classic rock, assim como o som real do gênero. Era formada por Jimmy Page (guitarra), John Bonham (bateria), John Paul Jones (baixo, bandolim e teclados) e Robert Plant (vocais, harmônica e gaita). A morte de John Bonham, em 1980, foi a causa do fim da banda. O Led Zeppelin voltou a se reunir em três ocasiões, em 1985 para o show beneficente Live Aid, com Tony Thompson na bateria, no aniversário de 40 anos da gravadora Atlantic; em 1988, com Jason Bonham na bateria; e, mais recentemente, em 10 de dezembro de 2007 em uma homenagem a Ahmet Ertegun, fundador do selo americano Atlantic Records, que apostou em 1968 no potencial dos jovens britânicos que haviam acabado de formar o Led Zeppelin.

Discografia:

Led Zeppelin (1969)
Led Zeppelin II (1969)
Led Zeppelin III (1970)
Led Zeppelin IV (1971)
Houses of the Holy (1973)
Physical Graffiti (1975)
Presence (1976)
In Through the Out Door (1979)
Coda (1982)
Torrent



Postado por Davi Karnauchovas

sábado, 8 de outubro de 2011

Son House


Eddie James House, Jr. (21 de Março de 1902 – 19 de Outubro de 1988), mais conhecido como Son House, foi um influente cantor e guitarrista de Blues Norte-americano. Sua data de nascimento é controversa. Ainda que os registros legais indiquem 21 de Março de 1902, o próprio Son House deu informações contraditórias ao longo de sua carreira: que estaria na meia-idade durante a Primeira Guerra Mundial, que tinha 79 anos em 1965 e que havia nascido em 1886. House nasceu em Riverton, Mississippi.

Ele tocou junto com Charley Patton, Willie Brown, Robert Johnson, "Fiddlin'" Joe Martin, e Leroy Williams.

Após matar um homem, alegadamente em auto-defesa, ele passou algum tempo preso na Fazenda Parchman, uma penitenciária de segurança máxima em Parchman, Mississippi.

Son House gravou para a Paramount Records em 1930 e para Alan Lomax da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos no início da década de 1940. Ele fez poucas aparições públicas até a repopularização do blues country na década de 1960, quando foi "redescoberto". A partir de então, ele excursionou pelos Estados Unidos e pela Europa, e realizou novas gravações pela gravadora CBS. Assim como Mississippi John Hurt, ele foi bem recebido na cena musical da década de 1960 e tocou no Newport Folk Festival em 1964.
Foi House que, conversando com jovens admiradores de blues na década de 1960, espalhou o boato de que Johnson havia vendido sua alma em troca da proeza para tocar guitarra. Mais recentemente, House influenciou bandas de rock como o White Stripes, que gravou uma versão de sua música Death Letter no álbum De Stijl.House teve diversos problemas de saúde a partir do final da década de 1960. Ele parou de se apresentar no início da década de 1970 e morreu em Detroit, Michigan, em 1988.



terça-feira, 9 de agosto de 2011

Caio Bosco


Depois de cantar sobre budismo, natureza e autoconhecimento à frente do grupo Radiola Santa Rosa , o músico Caio Bosco, do Guarujá, lança agora o EP solo “Diamante”, cuja faixa-título é uma verdadeira ode ao Tai Chi Chuan. “Acho que é algo pouco frequentado por jovens”, diz o autor, explicando a ausência desse tipo de tema na música pop. “Lá onde eu pratico só tem velhinha mesmo. É claro que eu acabo ganhando bolo de graça, essas coisas.”

Adepto da arte marcial de origem chinesa, conhecida pelos movimentos lentos, desde 2002, o cantor conta que “deixou o feeling fluir”. “Fiz essa música de manhãzinha, voltando de uma aula de Tai Chi Chuan. Tem o lance da respiração, da energia. O som tem uma estética que lembra um pouco os anos 70, com elementos da música eletrônica underground dos anos 90.”

A faixa é também uma homenagem ao álbum “Just another diamond day” (1970), da cantora inglesa de folk psicodélico Vashti Bunyan, uma das principais influências para a turma de Devendra Banhart, Joanna Newsom e Animal Collective.

“É um disco de rock alternativo”, resume Caio, apesar das referências inusitadas. “Todos os arquétipos estão lá; é um universo muito amplo”, diz, listando suas principais influências no momento: “Jeff Buckley, Van Morrison, Nina Simone, a fase elétrica de Miles Davis, Sly & Family Stone, além de todos os tropicalistas e da galera da música eletrônica experimental.”

Nesse processo solitário foram meses tocando todos os instrumentos sozinho e fazendo as programações no sampler. Caio acabou descobrindo o que ele chama de “a dor do blues”. “Algumas garotas transformaram meu coração em massa de tomate”, ri. “Fico feliz de poder expressar tudo isso por meio da música.”

Já a canção “Eu não quero ser sua garota nunca mais” relata uma situação presenciada na festa Popscene, bastante conhecida em Santos. “Uma vez eu vi duas moças brigando porque uma delas assumia que era lésbica para os amigos e a outra não. Eu sofri uma dor por causa de uma menina que me deixou por uma outra garota. Então resolvi fazer uma música como se eu fosse mulher. Não foi à toa”, diz Caio, explicando o segredo. “Eu até fiz algumas aulas de canto. Mas a minha maior professora foi mesmo a dor do blues.”



Blog de Caio Bosco


Postado por Davi Karnauchovas Pasqual Nº6