quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Beth Carvalho

Elizabeth Santos Leal de Carvalho, mais conhecida como Beth Carvalho (Rio de Janeiro, 5 de maio de 1946), é uma cantora e compositorabrasileira de samba. Desde que começou a fazer sucesso, na década de 1970, Beth se tornou uma das maiores intérpretes do gênero, ajudando a revelar nomes como Luiz Carlos da Vila, Jorge Aragão, Zeca Pagodinho, Almir Guineto, o grupo Fundo de Quintal e Arlindo Cruz.[1]

Carreira

A carreira de Beth Carvalho se originou na Bossa nova. No início de 1968 participou no movimento Música nossa, que foi fundado pelo jornalista Armando Henrique, e pelo hoje, maestro Hugo Bellard. Os espetáculos eram realizados no Teatro Santa Rosa, em Ipanema, onde teve a oportunidade de gravar uma das suas canções "O Som e o Tempo", no longplay do Música nossa.

Nesta época ela gravou com o cantor Taiguara, pela gravadora Emi-Odeon.

Em 1965, gravou o seu primeiro compacto simples com a música “Por quem morreu de amor”, de Menescal e Bôscoli. Em 66, já envolvida com o samba, participou do show “A Hora e a Vez do Samba”, ao lado de Nelson Sargento e Noca da Portela.

Vieram os festivais e Beth participou de quase todos: Festival Internacional da Canção (FIC), Festival Universitário, Brasil Canta no Rio, entre outros. No FIC de 68, conquistou o 3º lugar com “Andança”, de Edmundo Souto, Paulinho Tapajós e Danilo Caymmi, e ficou conhecida em todo o país. Além de seu primeiro grande sucesso, “Andança” é o título de seu primeiro LP lançado no ano seguinte.

A partir de 73, passou a lançar um disco por ano e se tornou sucesso de vendas, emplacando vários sucessos como “1.800 Colinas”, “Saco de Feijão”, “Olho por Olho”, “Coisinha do Pai”, “Firme e Forte” e “Vou Festejar”.

Beth Carvalho é reconhecida por resgatar e revelar músicos e compositores do samba. Em 72, buscou Nelson Cavaquinho para a gravação de “Folhas Secas” e em 75, fez o mesmo com Cartola, ao lançar “As Rosas Não Falam”.

Diz o poeta que todo artista tem de ir onde o povo está. Esses versos, além de grande verdade, definem com rara precisão a atitude de Beth Carvalho diante da vida. Beth é inquieta. Não espera que as coisas lhe cheguem, vai mesmo buscar. Pagodeira, conhece a fertilidade dos compositores do povo e, mais do que isso, conhece os lugares onde estão, onde vivem, onde cantam, como cantam e como tocam.

Frequentadora assídua dos pagodes, entre eles os do Cacique de Ramos, Beth Carvalho revelou artistas como o grupo Fundo de Quintal, Zeca Pagodinho, Almir Guineto, Sombra, Sombrinha, Arlindo Cruz, Luis Carlos da Vila, Jorge Aragão e muitos outros. Por essa característica, Beth ganhou a alcunha de "Madrinha do Samba". Mais do que isso, a cantora trouxe um novo som ao samba, porque introduziu em seus shows e discos instrumentos como o banjo com afinação de cavaquinho, o tan-tan e o repique de mão, que até então eram utilizados exclusivamente nos pagodes do Cacique.

A partir daí, esta sonoridade se proliferou por todo o país e Beth passou a ser chamada de Madrinha do Pagode. Sambista de maior prestígio e popularidade do Brasil, é aclamada também como Diva dos Terreiros e Rainha do Samba.

Em 1979, Beth se casou com Edson de Souza Barbosa, craque do futebol brasileiro, que participou da Copa do Mundo de 66 e um grande amante do samba. Em fevereiro de 1981 se torna mãe de uma menina linda a quem Edson deu o nome de Luana. Hoje, Luana Carvalho é atriz e cantora, e ganha aos poucos o seu merecido espaço. Para Beth, ser mãe foi e é a coisa mais importante que já aconteceu em sua vida.

Até aqui, são 42 anos de carreira, 31 discos, 2 DVDs e apresentações em diversas cidades do mundo: Angola, Atenas (onde representou o Brasil no festival “Olimpíada Mundial da Canção” em um teatro de arena construído há 400 anos a.C. Hoje, Beth tem um busto na Grécia), Berlim, Boston (na Universidade de Harvard), Buenos Aires (no Luna Park projeto “Sin Fronteiras” da cantora e amigaMercedes Sosa), Espinho, Frankfurt, Munique, Johannesburgo, Lisboa (no show do jornal comunista “Avante”, para um público de 300 mil pessoas), Lobito, Luanda, Madri, Miami, Montevidéu,Montreux (onde participou do famoso festival em 87, 89 e 2005), Nice, New Jersey, Nova York (no Carnegie Hall), Newark, Paris, Punta del Este, São Francisco, Soweto, Varadero (Cuba), Zurique,Milão, Padova, Toulouse e Viena.

No Japão, embora nunca tenha feito shows, vende milhares de cópias de CDs e tem sua carreira musical incluída no currículo escolar da Faculdade de Música de Kyoto.

Beth Carvalho tem 6 Prêmios Sharp, 17 Discos de Ouro, 9 de Platina, 1 DVD de platina, centenas de troféus e premiações diversas.

Em 1984, foi enredo da Escola de Samba Unidos do Cabuçu, “Beth Carvalho, a enamorada do samba”, com o qual a escola foi campeã e subiu para o Grupo Especial. Como o Sambódromo foi inaugurado neste mesmo ano, Beth e a Cabuçu foram as primeiras campeãs do Sambódromo. Dentre todas as homenagens já feitas à grande cantora, Beth considera esta, a maior de todas. E declara: “Não existe no mundo, nada mais emocionante do que ser enredo de uma escola de samba. É a maior consagração que um artista pode ter”. Em 85, Beth foi enredo novamente. Dessa vez, da escola de samba Boêmios de Inhaúma.

Em 1997, viu a música “Coisinha do Pai”, grande sucesso de seu repertório, ser tocada no espaço sideral, quando a engenheira brasileira da Nasa Jacqueline Lyra, programou para ‘acordar’ o robô em Marte.

Beth Carvalho gravou o 25º disco, “Pagode de Mesa” ao vivo, em apresentação na gravadora Universal Music. Max Pierre, diretor artístico da Universal, traduziu o que ela costuma fazer sempre: cantar o samba de raiz em torno das mesas de quintais, terreiros e quadras, nos pagodes que reúnem os melhores partideiros, músicos e poetas do gênero.

Embora Mangueirense de coração, Beth foi homenageada pela Velha Guarda da Portela, com uma placa alusiva ao fato de ser a cantora que mais gravou seus compositores.

Em junho de 2002, recebeu das mãos de D. Zica, viúva de Cartola, o Troféu Eletrobrás de Música Popular Brasileira. A entrega desse Troféu, realizada no Teatro Rival do Rio de Janeiro, tornou-se, com Beth Carvalho, um recorde de bilheteria da casa.

Carioca da gema e amiga de Cuba, foi solicitada pela presidência da Câmara Municipal do Rio de Janeiro para entregar a Fidel Castro, o título de Cidadão Honorário da cidade.

Seu 26º disco, “Pagode de Mesa 2”, concorreu ao Grammy Latino na categoria melhor disco de samba. O 27° foi o CD “Nome Sagrado – Beth Carvalho canta Nelson Cavaquinho”, seu compositor preferido, com participação do afilhado Zeca Pagodinho, Wilson das Neves, Guilherme de Brito (parceiro mais constante de Nelson). Este projeto foi tirado de uma gravação caseira do arquivo de Beth e vendido em bancas de jornal. A cantora obteve grande repercussão pela ousadia da empreitada e concorreu ao Prêmio TIM de Música Brasileira como melhor disco de samba.

Seu 28° CD, “Beth Carvalho canta Cartola“, foi uma compilação idealizada pelo jornalista e grande fã de Beth, Rodrigo Faour. Beth foi a intérprete preferida de Cartola e responsável pela volta desse grande mestre à mídia.

Em 2004, a cantora gravou seu primeiro DVD “Beth Carvalho, a Madrinha do Samba”, que lhe rendeu um disco de Platina. O CD que saiu junto foi disco de ouro e indicado ao Grammy Latino de 2005como melhor álbum de samba.

Depois de lançar este trabalho com sucessos acumulados ao longo dos anos, em 2005 Beth Carvalho seguiu em turnê internacional, fechada com chave de ouro no Festival de Montreux, exatamente 18 anos após sua primeira apresentação na Suíça. Este registro será lançado em DVD pela gravadora Eagle, com distribuição na Europa, Japão, EUA e Brasil. A turnê mostrou sua força em números: mais de 10 mil pessoas assistiram ao show em Toulouse, na França, platéia lotada no Herbst Theatre, em São Francisco e lotação esgotada em Los Angeles.

Em dezembro do mesmo ano, a cantora abriu o Theatro Municipal do Rio de Janeiro para celebrar o Dia Nacional do Samba e seus 40 anos de carreira. O show antológico, que reuniu grandes sambistas da atualidade, como Dona Ivone Lara, Monarco, Nelson Sargento, Zeca Pagodinho, Dudu Nobre, entre outros, foi lançado em CD/DVD no fim de 2006, inaugurando seu próprio selo “Andança”.

Em 2007, a cantora lançou também pelo selo Andança, o CD/DVD “Beth Carvalho canta o Samba da Bahia”, com um repertório de sambas de compositores baianos, de diferentes gerações. O DVD foi gravado pela Conspiração Filmes em agosto de 2006, no Teatro Castro Alves, em Salvador. Entre os convidados , estavam Gilberto Gil, Maria Bethânia, Caetano Veloso, Margareth Menezes,Carlinhos Brown, Daniela Mercury, Ivete Sangalo, Olodum, Riachão, Danilo Caymmi, entre outros. O DVD traz ainda um histórico documentário sobre o samba de roda da Bahia.

Composições e parcerias

§ "A velha porta" - com Edmundo Souto e Paulinho Tapajós

§ "Afina o meu violão" - com Paulinho Tapajós e Edmundo Souto

§ "Canção de esperar neném" - com Paulinho Tapajós

§ "Joatinga" - com Edmundo Souto e Paulinho Tapajós

§ "Sereia" - adaptação do folclore baiano.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Alcione


Alcione Dias Nazareth nasceu em São Luís do Maranhão no dia 21 de Novembro de 1947. O nome de batismo foi idéia do pai, inspirado na personagem Alcione, a principal de um livro chamado ‘’Renúncia’’. Ela é quarta dos nove irmãos: Wilson, João Carlos, Ubiratan, Alcione, Ribamar, Jofel, Ivone, Maria Helena e Solange. Desde pequena, graças ao pai policial e integrante da banda de sua corporação, João Carlos Dias Nazareth, inserida no meio musical maranhense, Alcione fez sua primeira apresentação já aos doze anos.

O pai, João Carlos Dias Nazareth, foi mestre da banda da Polícia Militar de São Luís e professor de música. Alem disso, foi compositor e eterno apaixonado pelo bumba-meu-boi, folguedo típico da capital maranhense. Foi ele quem lhe ensinou, ainda cedo, a tocar diversos instrumentos de sopro, como o clarinete que começou a paraticar aos 9 anos. Com essa idade, tocava e cantava em festas de amigos e familiares, e na ‘’Queimação de Palhinha’’ da festa do Divino Espírito Santo.

Sua mãe, Felipa Teles Rodrigues, entretanto, guardava o desejo de que a filha aprendesse a tocar acordeão ou piano. Não queria que Alcione aprendesse a tocar instrumentos de sopro temendo que a filha ficasse tuberculosa, mito comum na época. Sua primeira apresentação profissional foi aos 12 anos, na Orquestra Jazz Guarani, regida por seu pai. Certa noite, o crooner da orquestra ficou rouco, sendo substituído pela menina. Na ocasião, cantou com sucesso a música Pombinha Branca e o fado Ai, Mouraria.

Formou-se como professora primária na Escola de Curso Normal. Lecionou por dois anos e continuou a dedicar-se à música, tendo apresentado-se na TV do Maranhão nos anos de 1965 e 1966.

Alcione se mudou para o Rio de Janeiro em 1976, trabalhando na TV Excelsior. Começou cantando na noite, levada pelo cantor Everardo. Ensaiava no Little Club, boate situada no conhecido Beco das Garrafas, reduto histórico do nascimento da bossa nova, em Copacabana. Cantou também em boates como Barroco, Bacarat, Holiday e Bolero.

Destacou-se ao vencer as duas primeiras eliminatórias do programa ‘’A Grande Chance’’, de Flávio Cavalcanti. Nessa mesma época, assinou o primeiro contrato profissional com a TV Excelsior, apresentando-se no programa ‘’Sendas do Sucesso’’. Depois de seis meses na emissora, realizou turnê por quarto meses pela América Latina.

Após ter feito excursão por países da América do Sul, morou na Europa por dois anos. Voltou ao Brasil em 1972 e três anos depois ganhou o primeiro disco de ouro através do primeiro LP, A voz do samba (1975).

"Não Deixe O Samba Morrer" quando começou a ser executada nas radios do país, permaneceu 22 semanas em primeiro lugar nas paradas de sucesso.

Em 2007 Alcione interpretou a cantora americana Lady Brown, na minissérie Amazônia, de Galvez a Chico Mendes, na Rede Globo

Universal Music / Philips

A Voz do Samba (1975)
Morte de um poeta (1976)
Pra que chorar (1977)
Alerta geral (1978)
Gostoso veneno (1979)
E vamos à luta (1980)
Alcione (1981)
Dez anos depois (1982)

[editar] Sony BMG / RCA

Vamos arrepiar (1982)
Almas e Corações (1983)
Da cor do Brasil (1984) (Ouro)
Fogo da vida (1985) (Ouro)
Fruto e raiz (1986) (Platina)
Nosso nome: resistência (1987) (Platina)
Ouro & Cobre (1988) (Ouro)
Simplesmente Marrom (1989) (Ouro)
Emoções Reais (1990)
Promessa (1991)
Pulsa, coração (1992) (Ouro)
Brasil de Oliveira da Silva do Samba (1994) (Ouro)
Profissão: Cantora (1995)
Tempo de Guarnicê (1996)

[editar] Universal Music / Polygram

Valeu - Uma Homenagem à Nova Geração do Samba (1997) (Ouro)
Celebração (1998) (Ouro)
Claridade (1999) (Ouro)
Nos Bares da Vida (2000) - ao vivo (Platina)
A Paixão tem Memória (2001) (Ouro)

[editar] Indie Records

Ao Vivo (2002) (Platina)
Ao Vivo 2 (2003) (Platina)
Alcione - Duetos(2004)
Faz Uma Loucura por Mim (2004) (Platina)
Faz Uma Loucura por Mim - Ao Vivo (2005)
Alcione e Amigos (2005)
Uma Nova Paixão (2005) (Ouro)
Uma Nova Paixão - Ao Vivo (2006) (Ouro)
Coleções - Grandes Sucessos de Alcione (2007)
De Tudo Que eu Gosto (2007)
Raridades (2008)
Acesa (2009)



http://www.youtube.com/watch?v=O90CRV4-T4I

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

A Tendência - Strike (Clipe Oficial HD)



Strike é uma banda de rock formada em 2003, na cidade de Juiz de Fora em Minas Gerais. Tem como estilo uma mistura de punk rock, hardcore punk e pop rock com letras melódicas, e ainda conta com a ajuda de efeitos do DJ Negro Rica. A banda ganhou reconhecimento nacional em 2007, com o lançamento de Desvio de Conduta, seu álbum de estreia que vendeu 100 mil exemplares, sendo disco de ouro.

História

A banda Strike foi formada em 203, na cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais. Com influências de Blink 182, New Found Glory, The Ataris entre outros, o grupo começou a tocar em alguns pontos da cidade e aos poucos foram atraindo atenção do público. Em pouco tempo, já conseguiam reunir pequenas multidões para assistir suas apresentações. Com a ajuda da internet para divulgar seu trabalho, as músicas do Strike começaram a fazer sucesso em vários locais do país e em 2007 eles foram ao Rio de Janeiro gravar o primeiro álbum, entitulado "Desvio de Conduta".

2007-2009: Desvio de Conduta

Em 2007 é lançado o álbum de estreia da banda, Desvio de Conduta, destaques para as faixas Aquela História,Sempre Quis,Caiu na Babilônia, Desvio de Conduta, entre outras, além do maior sucesso da banda Paraíso Proibido, que foi durante um ano o tema de abertura da novela "Malhação".O Disco chegou á marca de 100.000 discos vendidos, recebendo disco de Ouro em 2008. Em 2009, as Faixas No Veneno e Até o fim são divulgadas na internet como faixas do próximo CD da banda, que deveria sair no mesmo ano, sendo que a música No Veneno teve clipe gravado e foi tema de Malhação mais uma vez.

2010-presente: Hiperativo

O álbum Hiperativo que fora prometido em 2009 teve seu lançamento em março de 2010. Foi produzido por Rick Bonadio e foi muito bem recebido pelos fãs. O single "A Tendência", antes mesmo de ser lançado, já alcançou mais de 28 mil visualizações no Youtube.

O vídeo de “A Tendência” do álbum Hiperativo ficou em primeiro lugar no YouTube em todo o mundo quando foi introduzido. O clipe, que alcançou a marca no Brasil nas duas primeiras horas no ar, bateu “Baby”, de Justin Bieber, e “Alejandro”, de Lady Gaga, ficando por três horas e meia como o vídeo mais visto no site.

Em Março de 2011, Até o Fim é divulgada como novo single da banda, seu clipe juntamente com o single são lançados no dia 28 de junho, o clipe está desde seu lançamento como um dos mais vistos do YouTube e já acumula mais de 70 mil visualizações.

Integrantes

  • Marcelo Mancini Almeida →Voz
  • Rodrigo Maciel Pimentel Barbosa → Guitarra
  • Carlos Eduardo Costa e Silva (Cadu) → Bateria
  • Fabio Perez Barroso → Baixo
  • André Luiz Maini de Carvalho → Guitarra
  • Negro Rico →Dj

Álbuns de estúdioAlinhar à esquerda

Videografia

Televisão

Ano

Programa

Personagem

Nota

2008

"Malhação"

Eles mesmos

1 episódio

Videoclipes

Ano

Videoclipe

Álbum

2007

"Paraíso Proibido"

Desvio de Conduta

"Aquela História"

2008

"O Jogo Virou"

"Desvio de Conduta"

2009

"No Veneno"

Hiperativo

2010

"A Tendência"

2011

"Com ou Sem Você"

"Até o Fim"


Video


Arlindo Cruz


Arlindo é músico profissional, exímio nas cordas dedilhadas, sobretudo cavaquinho e banjo. Se não fosse compositor e cantor, poderia viver disso. Suas composições, sempre com interessantes soluções harmônicas e melodias trabalhadas, revelam que foram feitas por um músico (o que no samba, cheio de compositores mais intuitivos que técnicos, é um curioso diferencial).

Logo aos sete anos, o menino ganhou o primeiro cavaquinho. Empolgado com o instrumento, esperava ansioso o pai chegar do trabalho para aprender a tocar. Aos 12 já tirava muitas músicas de ouvido, e, como seu irmão, Acyr Marques, aprendia violão.

Entrou para a escola Flor do Méier, onde estudou teoria, solfejo e violão clássico por dois anos. E já nessa época começou a trabalhar profissionalmente como músico, fazendo rodas de samba com vários artistas, inclusive Candeia, que ele considera seu padrinho musical. Com Candeia, gravou seus primeiros discos, um compacto simples, pela gravadora Odeon, e um LP chamado Roda de Samba (hoje encontrado em CD). Em ambos tocou cavaquinho.

Ao completar 15 anos foi estudar em Barbacena MG, na escola preparatória de Cadetes do Ar. Mas não abandonou a música. Cantava no coral da escola. Começava, então, a nascer o compositor Arlindo Cruz, que ganhou festivais em Barbacena e Poços de Caldas.

Quando deixou a Aeronáutica, passou a freqüentar a roda de samba do Cacique de Ramos, que já revelava novos talentos. Ia todas as quartas-feiras, curtir e aprender ao lado de Jorge Aragão, Beth Carvalho, Beto sem Braço, Ubirani e Almir Guineto. Outros jovens seguiam o mesmo caminho, entre eles, Zeca Pagodinho e Sombrinha - que viria ser seu parceiro.

Os mestres não demoraram a reconhecer em Arlindo Cruz o grande compositor que já se percebia. Logo no primeiro ano de Cacique, teve 12 músicas gravadas por vários intérpretes. A primeira delas foi "Lição de Malandragem". Depois vieram outros sucessos, como "Grande Erro" (Beth Carvalho), "Novo Amor" (Alcione) e tantos outros.

Com a saída de Jorge Aragão do Fundo de Quintal, Arlindo Cruz foi convidado a participar do Grupo. Foram, então, 12 anos de dedicação e sucesso. Neste período, gravou com quase todos artistas do Pagode e deu as músicas mais lindas ao FDQ: "Seja sambista também", "Só Pra Contrariar", "Castelo Cera, "O Mapa da Mina", "Primeira Dama".

Zeca Pagodinho gravou Bagaço de Laranja, Casal Sem Vergonha, Dor de Amor, Quando eu te vi Chorando. Beth Carvalho transformou em sucessos: "Jiló com Pimenta", "Partido Alto Mora no meu Coração", "A Sete Chaves". Reinaldo gravou "Pra ser Minha Musa" e "Onde Está".

Arlindo Cruz tem mais de 550 músicas gravadas por diversos artistas e é considerado o responsável pela proliferação do banjo no samba. Arlindo Cruz saiu do Fundo de Quintal em 1993 e começou um carreira solo, logo depois fez parceria com Sombrinha. e anos depois se casou e teve um filho lindo chamado Arlindo também.

A partir de meados da década de 90, Arlindo passou a concorrer nas disputadas eliminatórias de samba enredo de sua escola de samba do coração: o Império Serrano. A primeira vitória foi em 1996, no enredo "E verás que um filho teu não foge à luta". Arlindo emplacou o hino imperiano também no ano seguinte, mas a escola acabou caindo para o Grupo de Acesso A. Arlindo ainda venceu na Serrinha em 1999, 2001 - samba que ganhou o Estandarte de Ouro do jornal O Globo, 2003, 2006 e 2007.

Arlindo concorreu em 2008 pela primeira vez em outra escola. Ele venceu na Grande Rio no enredo "Do Verde de Coarí Vem Meu Gás, Sapucaí!". Desde que começou a disputar nas eliminatórias, Arlindo Cruz já venceu 8 vezes!

Hoje em dia Arlindo prossegue em carreira solo, na evolução do samba. Da Madureira do Império Serrano e do Pagode do Arlindo, das rodas de partido-alto de quartas à noite e domingos à tarde na quadra do bloco carnavalesco Cacique de Ramos, Arlindo Cruz prossegue essa linhagem já lá se vão 30 anos.

Em meados de 2009, é lançado o DVD e CD duplo “Arlindo Cruz MTV Ao Vivo” (DeckDisc), além da celebração de uma obra, a consagração, como cantor, desse compositor que discretamente mudou a cara do samba nas últimas décadas. E mudou a cara preservando a essência, recolocando o samba no rádio, popularizando as rodas de samba, incentivando a rapaziada mais nova a ficar no samba, abrindo diálogos com a chamada MPB e com outros gêneros (como o hip hop, de Marcelo D2), compondo muito e bonito para tudo quanto é cantor ou grupo novo, cultivando todos os gêneros, do partido-alto ao samba-enredo, do samba romântico ao de fundo social.

Arlindo fez, nesses 30 anos, um discreto trabalho cultural que este novo projeto resume e evidencia.

Strike



Strike é uma banda de rock formada em 2003, na cidade de Juiz de Fora em Minas Gerais. Tem como estilo uma mistura de punk rock, hardcore punk e pop rock com letras melódicas, e ainda conta com a ajuda de efeitos do DJ Negro Rica. A banda ganhou reconhecimento nacional em 2007, com o lançamento de Desvio de Conduta, seu álbum de estreia que vendeu 100 mil exemplares, sendo disco de ouro.

História

A banda Strike foi formada em 203, na cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais. Com influências de Blink 182, New Found Glory, The Ataris entre outros, o grupo começou a tocar em alguns pontos da cidade e aos poucos foram atraindo atenção do público. Em pouco tempo, já conseguiam reunir pequenas multidões para assistir suas apresentações. Com a ajuda da internet para divulgar seu trabalho, as músicas do Strike começaram a fazer sucesso em vários locais do país e em 2007 eles foram ao Rio de Janeiro gravar o primeiro álbum, entitulado "Desvio de Conduta".

2007-2009: Desvio de Conduta

Em 2007 é lançado o álbum de estreia da banda, Desvio de Conduta, destaques para as faixas Aquela História,Sempre Quis,Caiu na Babilônia, Desvio de Conduta, entre outras, além do maior sucesso da banda Paraíso Proibido, que foi durante um ano o tema de abertura da novela "Malhação".O Disco chegou á marca de 100.000 discos vendidos, recebendo disco de Ouro em 2008. Em 2009, as Faixas No Veneno e Até o fim são divulgadas na internet como faixas do próximo CD da banda, que deveria sair no mesmo ano, sendo que a música No Veneno teve clipe gravado e foi tema de Malhação mais uma vez.

2010-presente: Hiperativo

O álbum Hiperativo que fora prometido em 2009 teve seu lançamento em março de 2010. Foi produzido por Rick Bonadio e foi muito bem recebido pelos fãs. O single "A Tendência", antes mesmo de ser lançado, já alcançou mais de 28 mil visualizações no Youtube.

O vídeo de “A Tendência” do álbum Hiperativo ficou em primeiro lugar no YouTube em todo o mundo quando foi introduzido. O clipe, que alcançou a marca no Brasil nas duas primeiras horas no ar, bateu “Baby”, de Justin Bieber, e “Alejandro”, de Lady Gaga, ficando por três horas e meia como o vídeo mais visto no site.

Em Março de 2011, Até o Fim é divulgada como novo single da banda, seu clipe juntamente com o single são lançados no dia 28 de junho, o clipe está desde seu lançamento como um dos mais vistos do YouTube e já acumula mais de 70 mil visualizações.

Integrantes

  • Marcelo Mancini Almeida →Voz
  • Rodrigo Maciel Pimentel Barbosa → Guitarra
  • Carlos Eduardo Costa e Silva (Cadu) → Bateria
  • Fabio Perez Barroso → Baixo
  • André Luiz Maini de Carvalho → Guitarra
  • Negro Rico →Dj

Álbuns de estúdioAlinhar à esquerda

Videografia

Televisão

Ano

Programa

Personagem

Nota

2008

"Malhação"

Eles mesmos

1 episódio

Videoclipes

Ano

Videoclipe

Álbum

2007

"Paraíso Proibido"

Desvio de Conduta

"Aquela História"

2008

"O Jogo Virou"

"Desvio de Conduta"

2009

"No Veneno"

Hiperativo

2010

"A Tendência"

2011

"Com ou Sem Você"

"Até o Fim"


Video